sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Não tem preço! Registro do Embaixador Giba Aki, Giba Ali, Giba em todo lugar!
Amigos,
Diz o Adágio popular que a FELICIDADE não se compra.
A felicidade na verdade, é feita de momentos, que pode ser: de estar reunido com familiares, com amigos, com uma pessoa, em um lugar, uma festa, assistindo um bom filme, participando de uma corrida, uma caminhada, etc.
Este MOMENTO FELIZ de estar com o Nelson (Sargento), cartão de crédito, saldo bancário milionário, NÃO COMPRA.
Espero participar de outros momentos como este, em dias futuros, com mais amigos juntos (não por estarem bichados).
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Dicca ... Ativo.Com (Avalie-se antes de praticar esporte!!)
11/8/2011 08:53 | Por Miguel Sarkis falecom@miguelsarkis.com.br
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Corridas de Rua são boas pra cidade?
Acompanhei pelo jornal a manifestação das pessoas a respeito da Corrida da Fogueira. se fosse uma análise científica poderíamos afirmar que é inexpressivo o número de pessoas que se manifestam publicamente em jornais contra o evento. Imagino que intimamente o motorista que não entra no clima possa esbravejar algum palavrão dentro do carro (sem as crianças por perto, por favor) mas, no geral, o sentimento é de aceitação.
Vamos ver pelo lado negativo da corrida: interrompe o trânsito de veículos e lixo de copinhos descartáveis na rua.
Solução Trânsito: compreensão e colaboração da sociedade.
Solução Lixo: colocar lixeiras ao longo do percurso, assim como se coloca as mesas de servir água.
Agora o lado positivo: promove o esporte, reúne vizinhanças, auxilia entidades assistenciais, promove a saúde, divulga a cidade, promove amizades, uma lista que pode não ter fim de tantos benefícios.
A propósito, a revista mais JF fez uma reportagem a respeito, além da cobertura ao vivo pela TV Panorama e também pela Tribuna de Minas.
Como praticante da corrida de rua gostaria de partilhar este sentimento com os colegas porque, mesmo sendo poucos os que não apoiam, quem sabe consigamos da próxima ter 100% de adesão.
Vamos ver pelo lado negativo da corrida: interrompe o trânsito de veículos e lixo de copinhos descartáveis na rua.
Solução Trânsito: compreensão e colaboração da sociedade.
Solução Lixo: colocar lixeiras ao longo do percurso, assim como se coloca as mesas de servir água.
Agora o lado positivo: promove o esporte, reúne vizinhanças, auxilia entidades assistenciais, promove a saúde, divulga a cidade, promove amizades, uma lista que pode não ter fim de tantos benefícios.
A propósito, a revista mais JF fez uma reportagem a respeito, além da cobertura ao vivo pela TV Panorama e também pela Tribuna de Minas.
Como praticante da corrida de rua gostaria de partilhar este sentimento com os colegas porque, mesmo sendo poucos os que não apoiam, quem sabe consigamos da próxima ter 100% de adesão.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
10 Milhas PUMA etapa Rio de Janeiro
Caros amigos,
Gostaria de registrar na nossa querida Revista Virtual Pangarunners minha participação nas 10 Milhas PUMA Etapa Rio de Janeiro realizada em 15/05/11. Ainda não sei se estou satisfeito ou frustrado, ou talvez as duas coisas. Vamos lá.
Peguei meu kit com o Alexandre, em frente ao guarda volumes próximo ao Monumento aos Pracinhas. Camisa amarela, muito bonita. Diferente das tradicionais cores azul ou branca que estamos acostumados. Rapidamente, coloquei o número no peito e o chip no tênis, já que estava em cima da hora. Não consegui ficar num bom local antes da largada. De repente encheu e fiquei naquele tradicional bololô. Deu a largada e não consegui desenvolver o que estava querendo, fechando o primeiro quilometro em 4:39. Já subindo a perimetral, a multidão se dispersou e consegui fechar o km 2 a 4:15. A temperatura estava ótima, justamente o oposto da Meia da Ponte. Nem parecia que estava na mesma Perimetral que no mês de abril parecia a “sucursal do inferno”. Continuo e vejo que estou rendendo: 4:15 no km3 e um excelente (pra mim) 4:07 no km4. Fico animado, pois tudo estava acontecendo do jeito que gosto. 4:11 no km 5, 4:10 no km 6 e já retornado da Perimetral. 4:18 no km 7, mas, otimista com o declive que iria pegar à frente. 4:11 no km 8 descendo em direção ao Aterro. Que maravilha! Estava na metade da prova e cheio de gás! 4:15 no km9 já no Aterro, indo em direção à Praia de Botafogo. 4:18 no km 10, caindo um pouco nos postos de abastecimento. Km 11 e km 12 são completados em tempo idêntico: 4:23 cada um. Como já esperado, vem o pior momento de qualquer 10 milhas pra mim: os km 13 e 14: cada um sai a 4:28. Apesar da queda nesta altura, estava tranquilo, pois iria pegar o retorno final e estava ciente de que os últimos 2 km seriam reta ou leve declive. Faço o km 15 a 4:23 o que me anima a manter o ritmo. Pois bem, agora chega o momento da frustração: No último km, estava concentrado em me manter próximo a dois corredores que iam um pouco à frente. Bem perto do km 16, havia uma placa indicando que deveríamos pegar um retorno à direita. Cegueta como eu só, e preocupado com os dois corredores que iam na frente, prossegui e não entrei nesse retorno. Nesta mesma competição, estava acontecendo provas de revezamento e de 5 milhas, havendo um tapete para a chegada desta turma. Achei que aquelas proteções e tapete eram para a turma das 10 milhas. Cruzei (assim como os outros dois companheiros) e fui entregar o chip e pegar a medalha super satisfeito com meu tempo: 1:10:33, meu recorde pessoal para 10 milhas! Tomando meu powerade, não vejo ninguém chegando pelo lado que eu havia chegado. Começei a estranhar. Chega então o Dr. Chico e me pergunta o que eu estava fazendo ali. Quando ele apontou para o local de chegada, vi a merda que havia feito! Passei por fora, andei mesmo alguns metros a mais e não cruzei a linha de chegada oficila, não passei pelo tapete final! Fiquei muito puto com aquilo! Caminhei até o local em que deveria virar à direita e notei que, por azar meu, não havia ninguém da prova para sinalizar no momento em que passava ali. Isto aconteceu não somente comigo, mas, com certeza, com vários outros (dois estavam comigo, como disse acima) corredores.
O Dr. Chico começou a me sacanear, dizendo que eu dei uma de Migué, que não fiz o trajeto todo, aquelas coisas. É uma pena, pois oficialmente não terei este meu recorde pessoal reconhecido pela organização da prova. Ficará registrado no meu Garmin e na minha mente. Na próxima competição, ou corro de óculos ou uso guia de cego.....rs.
Cheguei a pensar se é possível pegar meu tempo que ficou registrado no tapete errado, mandar mensagem para a organização da prova, explicando tudo...,mas, acho que isto não funciona.
Assim, ficou aquela sensação estranha de ter tido excelente performance, mas, jogado tudo pela janela ao passar pelo tapete errado.
RESUMO DA PROVA:
DISTANCIA PERCORRIDA: 16.29 km
TEMPO: 1:10:33
MÉDIA: 4:20 km/m
Abraços,
Rogério
Gostaria de registrar na nossa querida Revista Virtual Pangarunners minha participação nas 10 Milhas PUMA Etapa Rio de Janeiro realizada em 15/05/11. Ainda não sei se estou satisfeito ou frustrado, ou talvez as duas coisas. Vamos lá.
Peguei meu kit com o Alexandre, em frente ao guarda volumes próximo ao Monumento aos Pracinhas. Camisa amarela, muito bonita. Diferente das tradicionais cores azul ou branca que estamos acostumados. Rapidamente, coloquei o número no peito e o chip no tênis, já que estava em cima da hora. Não consegui ficar num bom local antes da largada. De repente encheu e fiquei naquele tradicional bololô. Deu a largada e não consegui desenvolver o que estava querendo, fechando o primeiro quilometro em 4:39. Já subindo a perimetral, a multidão se dispersou e consegui fechar o km 2 a 4:15. A temperatura estava ótima, justamente o oposto da Meia da Ponte. Nem parecia que estava na mesma Perimetral que no mês de abril parecia a “sucursal do inferno”. Continuo e vejo que estou rendendo: 4:15 no km3 e um excelente (pra mim) 4:07 no km4. Fico animado, pois tudo estava acontecendo do jeito que gosto. 4:11 no km 5, 4:10 no km 6 e já retornado da Perimetral. 4:18 no km 7, mas, otimista com o declive que iria pegar à frente. 4:11 no km 8 descendo em direção ao Aterro. Que maravilha! Estava na metade da prova e cheio de gás! 4:15 no km9 já no Aterro, indo em direção à Praia de Botafogo. 4:18 no km 10, caindo um pouco nos postos de abastecimento. Km 11 e km 12 são completados em tempo idêntico: 4:23 cada um. Como já esperado, vem o pior momento de qualquer 10 milhas pra mim: os km 13 e 14: cada um sai a 4:28. Apesar da queda nesta altura, estava tranquilo, pois iria pegar o retorno final e estava ciente de que os últimos 2 km seriam reta ou leve declive. Faço o km 15 a 4:23 o que me anima a manter o ritmo. Pois bem, agora chega o momento da frustração: No último km, estava concentrado em me manter próximo a dois corredores que iam um pouco à frente. Bem perto do km 16, havia uma placa indicando que deveríamos pegar um retorno à direita. Cegueta como eu só, e preocupado com os dois corredores que iam na frente, prossegui e não entrei nesse retorno. Nesta mesma competição, estava acontecendo provas de revezamento e de 5 milhas, havendo um tapete para a chegada desta turma. Achei que aquelas proteções e tapete eram para a turma das 10 milhas. Cruzei (assim como os outros dois companheiros) e fui entregar o chip e pegar a medalha super satisfeito com meu tempo: 1:10:33, meu recorde pessoal para 10 milhas! Tomando meu powerade, não vejo ninguém chegando pelo lado que eu havia chegado. Começei a estranhar. Chega então o Dr. Chico e me pergunta o que eu estava fazendo ali. Quando ele apontou para o local de chegada, vi a merda que havia feito! Passei por fora, andei mesmo alguns metros a mais e não cruzei a linha de chegada oficila, não passei pelo tapete final! Fiquei muito puto com aquilo! Caminhei até o local em que deveria virar à direita e notei que, por azar meu, não havia ninguém da prova para sinalizar no momento em que passava ali. Isto aconteceu não somente comigo, mas, com certeza, com vários outros (dois estavam comigo, como disse acima) corredores.
O Dr. Chico começou a me sacanear, dizendo que eu dei uma de Migué, que não fiz o trajeto todo, aquelas coisas. É uma pena, pois oficialmente não terei este meu recorde pessoal reconhecido pela organização da prova. Ficará registrado no meu Garmin e na minha mente. Na próxima competição, ou corro de óculos ou uso guia de cego.....rs.
Cheguei a pensar se é possível pegar meu tempo que ficou registrado no tapete errado, mandar mensagem para a organização da prova, explicando tudo...,mas, acho que isto não funciona.
Assim, ficou aquela sensação estranha de ter tido excelente performance, mas, jogado tudo pela janela ao passar pelo tapete errado.
RESUMO DA PROVA:
DISTANCIA PERCORRIDA: 16.29 km
TEMPO: 1:10:33
MÉDIA: 4:20 km/m
Abraços,
Rogério
segunda-feira, 11 de abril de 2011
UFJF - Corrida reúne desde praticantes de caminhada a ultramaratonista
Giba - Presidente Pangarunners - Corredores UFJF
Ave Presidente
Giba Aki, Giba Ali, Giba em todo lugar!
"Um dos destaques da 1ª Corrida e Caminhada Rústica da UFJF, que será realizada neste domingo, 10, tem sido o público variado. Pessoas de todas as idades e profissões, atletas experientes e amadores largarão juntos.
O participante mais novo tem 15 anos; e o mais velho, 78. Dona Tereza Mendes, 55 anos, vai pela primeira vez particpar de uma corrida. “Eu comecei a caminhar neste ano, e decidi participar por incentivo do meu sobrinho que vai correr”, conta.
Para o ultramaratonista Rogério de Souza Ferreira, misturar todo o tipo de pessoa é um atrativo a mais. “A corrida acaba virando uma festa entre amigos, e quem está começando fica incentivado”.
Na Integra - Noticia no Site UFJF - Diretoria de Comunicação
quarta-feira, 9 de março de 2011
Bicho Preguiça - só deu ele entre os corredores Pangarunners
Segundo o Professor Rogério citando Jules Renard, escritor francês, "PREGUIÇA NADA MAIS É DO QUE MAU HÁBITO DE DESCANSAR ANTES DE FICAR CANSADO".
kbô o carnaval, mas parece que ainda teremos dias de chuva!!!! Pelo visto a galera do MEDO DA CHUVA vai continuar sendo representada....pelo registro do Professor.
Bora correr Corredores UFJF - PangaRunners!!!!
quinta-feira, 3 de março de 2011
O exemplo vem de cedo....da turma das 06:00, bem cedo!!!
Hoje, Quinta Feira, 03 de Março, com muita chuva a Turma das 06:00 (Luiz Cavalini e Pedrin) e o Prof Rogério estavamos lá na UFJF.
A turma das 06:00 com 11 km de treino, que inclusive já deve estar publicado no ENDOMONDO http://www.endomondo.com/workouts/6898028.
O Prof ainda tem treino de recuperação disse ter feito 12 km.
Exemplo é isto, vem de cedo, da turma que acorda cedo, ainda 05:20, e sem medo de molhar, larga a cama e vai treinar. Faltou a turma das 07:45!!!!
Em tempo, vale o registro, comemoração pelo feito em aniversário do Prof. Rogério na UltraMaratona 50 km realizado no final de semana, domingo, em 05 horas e 11 minutos.
Endomondo Running Workout
Endomondo Running Workout: "corrida de 10.72 km in 1h:23m:27s using Endomondo, debaixo de chuva. Apenas eu, o professor Rogério e o Pedro." Afinal a gente não é de açucar!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A vida não é só um grito de carnaval...
Meus caros atletas pangarés. Apesar da fantástica diversão de sábado, a semana veio e as corridas seguiram seu curso. Nesta tivemos o incremento do Neves, corredor que fez nosso tempo melhorar significativamente. Quem quiser, pode acompanhar o percurso de hoje no site do Endomondo Running Workout: Corremos 9.93 km em 1h:09m:46s conforme a medição do Endomondo no celular.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mais uma performance genuína.
Mais uma exibição genuína dos atletas corredores. Aqui numa versão pop-punk-rock-batucada de "Carinhoso".
Nada como estar entre amigos e poder se divertir
Noel Rosa e João de Barro devem se remexer no túmulo ao perceberem esta profanação que fizemos da música deles.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Sequência de imagens emocionantes do Carnaval dos Panga Runners





Momento da minha medicação. Apesar do descontraído evento, não pude deixar de cuidar da saúde.
Panorâmica da festa, vista sentido sul, norte.
Autoridades Civis e Militares se fizerem representar.
Com cabelos brancos ou poucos cabelos, não importava. Reparem atrás o sujeito querendo fazer parte da turma de altetas trotantes Panga Runners.
Aqui, fazendo pose, animados foliões entoam um sucesso dos anos 50 do século passado: "Trem das Onze
Abaixo, a turma continua fazendo pose, agora abaixo sem meu boné do Pateta, com a presença do atleta Eduardo.
Grito de Carnaval pára Oswaldo Aranha

Panorâmica da turma de atletas que se reuniram no primeiro grito de carnaval dos atletas pangarés de Juiz de Fora. Chanceler Oswaldo Aranha segura o bafafá e ninguém pára a alegria da galera.
O Sucesso foi total. O encontro dos Panga Runners colocou o espírito de Momo na rua. Uma tarde de descontração e festa na varanda do Victory Suites, em frente ao bar do Bigode, o Rei do torresmo de Minas Gerais. Ou como preferem os Yankes, 'King of the cracklings".
O que vem ao caso é a festa de Momo promovida pelos corredores pangarés. E como o cliché fala mais alto, as imagens gritam. Nesta cena, sambando ao som do bangô ritmado do Luiz Fernando mostrando a língua logo atrás, a atleta Adriana (com meu boné do Pateta). Também ao lado, direito, nosso presidente Giba, faraó, rei, imperador, paxá, dono de capitanias hereditárias etc faz pose junto a animadas atletas de momo. "segura o clic para eu ficar mais tempo aqui" dizia a magestade, ave!
Acima vocês podem confirmar a presença dos inconfundíveis "Disritmia Trio Show". Maestro Luis Fernando no Bangô de Suporte, Luiz Cavalini no Tamborim de vara dupla e Scarlatelli no surdo de fazer dó. No momento entoavam o empolgante samba-rock-pop-sertanejo-automobilístico "Fuscão Preto"

Esta cena, com o perdão do narcicismo, sou eu de braços abertos com meu chará Luis Fernando entoando uma marchinha de carnaval chamanda "Bandeira Branca". Pra quem não conhece procure no google.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Concentração - SABADO FOLIA - PANGARUNNERS
Neste sabado 19/02-2010 haverá a FOLIA dos Corredores UFJF. A festa está preparada e o bloco já está em concentração. A entrega do ABADA, afinal o nosso bloco é quase AXÉFOLIA, iniciou ontem. Mas prestigiada a dupla das 06:00 teve a entrega no momento do treino e segue o registro.
Ave Presidente GIBA
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Pré Carnaval Pangaré Runners - tem data e hora .... Participe!
A turma de Corredores UFJF organiza um pré carnaval para confraternizar e festejar! A corrida embora alguns sempre acompanhados, outros sozinhos, temos a lista e a revista para comunicar e manter em dia o papo e conversas. Com isto, sempre motivo de festejar, amizade e esporte, o Carnaval, que está na proximidade, vale o Grito!
Tem data e hora!
Tem animação e companhia!
Tem até marchinha....
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Corrida e Queijo Minas combinam?

O atleta de ponta Montenegro diz que não, depois de tentar uma ida à Escolinha com alguns queijos na mochila. Na foto, vemos o queijo Minas em seu estado puro, momentos antes de ser comercializado.
A notícia de que o queijo, rica fonte em cálcio que fortalece os ossos, é aliado do corredor, chegou distorcida aos ouvidos do Montenegro. Ele pensou que a grande sacada seria correr com o produto, e não consumí-lo antes.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
hor concours: Valmir Nunes!

Recorde Mundial de 1995 a 1998 de 100Km - com o tempo de 6h18' 09
Recordista das Américas 100Km, com 6h18'09 e de 24 Horas com 273Km
Melhor tempo em campeonato Mundial de 100Km, com o tempo de 6h18'09 – Holanda
Recordista das Américas, brasileiro e Sul-americano de 100Km e de 24 horas
Pista 273 Km800m – China;
Rua 270 Km200m – Brasil;
Recordista do Mundo de 135 Milhas – Badwater
Depoimento de Valmir Nunes
Valmir Nunes conta momento a momento como foi quebrar o Recorde Panamericano na prova de 24 Horas , em que o ultramaratonista percorreu 273,8 quilômetros. O doutor Milton Mizumoto, da clínica Mizu Motion, explica o que aconte com o seu corpo durante a corrida.
Primeira parte
0 – 4 horas – 53 quilômetros percorridos
Nunes: Não falta fôlego e não há dor nas pernas. Nesse momento, a cabeça está concentrada em estabelecer e manter um ritmo. Além disso, existe uma atenção constante com a hidratação do corpo, que é feita a cada quinze minutos com água, isotônicos ou até mesmo refrigerante.
Mizumoto: A partir dos 30 minutos, a contribuição energética provém mais da queima da gordura do que da queima da glicose. Os alvéolos pulmonares se abrem mais e captam maior quantidade de oxigênio, facilitando a oxigenação dos músculos. Acontece uma abertura dos vasos capilares para que os músculos recebam mais oxigênio e nutrientes energéticos. A partir de 60 minutos, começa a liberação de beta endorfina, substância que dá ao cérebro a sensação de bem-estar.
Segunda parte
4 – 8 horas – 104 quilômetros percorridos
Nunes: Aparecem as primeiras dores nas laterais das coxas. É necessária maior concentração para manter o ritmo. O atleta começa um jogo mental de motivação: "Cheguei nas oito horas, agora faltam só quatro para completar doze horas".
Mizumoto: Acontece uma ligeira desidratação e o sangue fica mais denso em decorrência disso, dificultando o aporte de oxigênio e nutrientes, e aumentando a concentração de ácido láctico nos músculos. Esse quadro leva à dor muscular.
Terceira parte
8 – 12 horas – 150 quilômetros
Nunes: O atleta começa a ingerir comida, sempre em pequenas quantidades: meia barra de cereal ou chocolate, meia banana, uva passa ou nozes. O corredor não pode sentir fome – a fome é um indicativo de que a energia do seu corpo está se esgotando . Isso é um problema, porque não dá para repor essa energia durante a corrida. A dor nas coxas continua estável. Mantém o jogo mental de motivação.
Mizumoto: Antes que o atleta comece a ter uma hipoglicemia (queda na taxa de açúcar no sangue), ele começa a repor suas reservas com alimentos de fácil digestão, principalmente carboidratos. Isso evita a tontura ou desmaio por hipoglicemia, já que o cérebro só se alimenta de glicose .
Quarta parte
12 – 16 horas – 193 quilômetros
Nunes: A dor aumenta e as pernas começam a ficar pesadas. O processo de alimentação e hidratação continua a cada quinze minutos. O cérebro passa a emitir um sinal pedindo para parar – "parece que uma parte de você quer desistir", diz. A corrida se transforma em uma luta interna entre a vontade de se superar e o desejo de desistir.
Mizumoto: A dor aumenta em decorrência não só do acúmulo de ácido láctico mas também devido à lesão causada nas proteínas das fibras musculares. O cérebro reconhece essa dor e tenta fazer com que o corredor pare com o esforço físico como forma de auto-preservação.
Quinta parte
16 - 20 horas – 232 quilômetros
Nunes: Esse é o momento mais crítico da prova. O atleta entra em transe e parece um zumbi correndo. Já ultrapassou todos os limites mentais e físicos. As articulações estão duras, a musculatura do corpo também endurece, as pernas doem mais e o rosto está pálido. A cabeça automatiza a corrida e o corredor passa a exigir um esforço maior do corpo todo, principalmente de seus braços e pernas.
Mizumoto: O atleta precisa transpirar para dissipar o calor produzido pela contração muscular. Isso agrava o processo de desidratação que já é maior do que a quantidade de água que o corredor consegue absorver. Com o aumento da desidratação, diminui a fluidez do sangue dentro dos vasos capilares, piorando ainda mais a dor. Há também um aumento da lesão por excesso de uso e impacto de toda a estrutura articular dos membros inferiores (ligamentos e cartilagens). O rosto fica pálido em função da diminuição na circulação.
Sexta parte
20 – 24 horas – 273,8 quilômetros
Nunes: Agora, o jogo mental de motivação é feito a todo instante. Isso ajuda a diminuir o desafio da "reta final" e a tornar a corrida mais fácil de terminar. O corredor começa a sonhar com um bom resultado e com as marcas que pode atingir se conseguir se esforçar ainda mais. A dor no corpo continua e as pernas estão mais pesadas. Desistir deixa de ser uma opção: ou o atleta termina ou "morre" ali mesmo.
Mizumoto: O bem-estar provocado pela beta endorfina não é mais suficiente para o alívio da dor. Nesse momento, se faz mais do que necessária a disciplina mental adquirida nos treinos. O atleta usa a motivação como principal fator para ignorar a dor.
Última hora
Nunes: A vontade de chegar e a expectativa de fazer um bom resultado criam um efeito psicológico que ameniza as dores e o cansaço. O competidor "ganha" uma energia extra para concluir a prova. Quando cruza a linha de chegada, o atleta passa alguns momentos sem sentir dor devido à emoção. Depois, ele sente dor e cansaço generalizados , podendo até desmaiar.
Mizumoto: Além da disciplina mental, o atleta tem um a descarga extra de adrenalina no sangue. Assim, ele consegue recrutar seus últimos depósitos de energia. Nessa hora, o corredor chega a correr até mais rápido do que antes , porque a adrenalina aumenta a freqüência cardíaca, a quantidade de sangue bomb e ada pelo coração e os músculos ficam mais velozes e potentes. Após a chegada, o nível de adrenalina diminui e o ácido láctico continua alto em razão do esforço final. Quando o atleta pára de vez , o sangue desce para os membros inferiores, diminuindo o fluxo sanguíneo no cérebro. Esta situação, conhecida como colapso vascular, é um a das principais causas da ocorrência de desmaios , após provas de longa duração.
Dean Karnazes X Marcio Villar. Quem é o melhor?
« Bate papo com Rodolfo Peres Especialista em Nutrição EsportivaWorkshop de Nutrição Esportiva & Treinamento – Probiótica 09 »Bate-papo com Marcio Villar o Maior Ultramaratonista do Brasil
Sep 26th, 2009 by Esporte Social
O convite para o bate-papo com o Marcio, me surgiu após uma matéria que eu li na Revista Época em meados de Agosto, onde aparecia o corredor americano Dean Karnazes como um dos maiores ultramaratonistas que já existiu, e ao colocar a matéria aqui no Esporte Social, eis que vejo o comentário na própria reportagem pela a internet:
“Ultramaratonista Brasileiro – Vocês sabiam que eu sou o unico atleta do mundo inteiro a finalizar a Copa do Mundo de 217 km em ambientes extremos, a badwater que o dean desmaiou na primeira vez que fez, eu na primeira vez trouxe a fivela para o Brasil, o Dean correu uma maratona com 40º negativos, eu corri 217 km com 40 negativos conforme foi acompanhado pelo esporte espetacular, já corri 7 dias dentro da Floresta Amazônica, ja Corri 217 Km na serra da mantiqueira, o Recorde de Brasilia a Goias é meu, no mês passado corri do Rio de Janeiro a Búzios(200 Km) divulgando o trabalho do INCA na cura do Câncer, nesse sábado corri 100 Km em esteira no Mc Dia feliz para ajudar as crianças com Câncer, a diferença é que o atleta é americano e o brasileiro ninguem da valor.”
Depois disso pensei em procurar imediatamente esse talento nacional, onde ele compartilha as suas experiências, e diversas histórias da sua vida e a curiosa forma em entrou no mundo das ultramaratonas, e mostra que até a vida esportiva “extreme” requer diversos cuidados e proporciona momentos incríveis.
Esporte Social: Defina para os leitores do Esporte Social quem é Márcio Villar?
Márcio Villar: Marcio é um cara apaixonado pela Ultramaratona, onde se sente feliz e realizado.
Esporte Social: Apresente ao pessoal do Esporte Social os seus recordes e conquistas.
Márcio Villar: Único atleta do mundo a finalizar a Bd 135 World Cup, a Copa do mundo de 217 Km em ambientes extremos considerada a mais difícil do mundo.Recordista do desafio Brasília-Goiás (140 Km), Campão das 24 horas do Rio de janeiro em 2007, 29/08/2009 ” DESAFIO 100 Km em esteira – Mc Dia Feliz 10:34Hs, 18 e 19 de julho 2009 ” DESAFIO RIO DE JANEIRO / BÚZIOS” 200 Km, Divulgando o INCA Voluntário, 05/2009 – 24 Horas de Santa Maria – RS 2º Categoria, 02/2009 – Arrow Head Ultramaratona USA – Na neve – 50º abaixo de zero 6º Lugar Geral, 10/2008 – Jungle Marathon – Floresta Amazônica 5º Lugar Geral, 07/2008 – BadWater Ultramaratona 2008- EUA Tempo: 42:07Hs, Fivela 12/2007 24 Horas da Argentina 8º Lugar Geral, 09/2007 – Ultramaratona de Brasília – Pirinópolis (Goiás) – 140 Km RECORDISTA DA PROVA, 08/2007 24 Horas de Mesquita – RJ 1º Lugar Geral, 05/2007- 24 Horas de Curitiba 1º Categoria, 01/2007- BR 135 – ULTRAMARATONA 6° lugar Geral, 12/2006 – 24 HORAS DE SALVADOR 2º Categoria, 10/2006 – Jungle Marathon – Floresta Amazônica, 6º Lugar Geral, 04/2006 – Ultramaratona Noturna de 12 Horas – São Caetano do Sul 2º Categoria, 12/2005 – Ultramaratona 24 Horas – São Caetano do Sul 1º Categoria
Sep 26th, 2009 by Esporte Social
O convite para o bate-papo com o Marcio, me surgiu após uma matéria que eu li na Revista Época em meados de Agosto, onde aparecia o corredor americano Dean Karnazes como um dos maiores ultramaratonistas que já existiu, e ao colocar a matéria aqui no Esporte Social, eis que vejo o comentário na própria reportagem pela a internet:
“Ultramaratonista Brasileiro – Vocês sabiam que eu sou o unico atleta do mundo inteiro a finalizar a Copa do Mundo de 217 km em ambientes extremos, a badwater que o dean desmaiou na primeira vez que fez, eu na primeira vez trouxe a fivela para o Brasil, o Dean correu uma maratona com 40º negativos, eu corri 217 km com 40 negativos conforme foi acompanhado pelo esporte espetacular, já corri 7 dias dentro da Floresta Amazônica, ja Corri 217 Km na serra da mantiqueira, o Recorde de Brasilia a Goias é meu, no mês passado corri do Rio de Janeiro a Búzios(200 Km) divulgando o trabalho do INCA na cura do Câncer, nesse sábado corri 100 Km em esteira no Mc Dia feliz para ajudar as crianças com Câncer, a diferença é que o atleta é americano e o brasileiro ninguem da valor.”
Depois disso pensei em procurar imediatamente esse talento nacional, onde ele compartilha as suas experiências, e diversas histórias da sua vida e a curiosa forma em entrou no mundo das ultramaratonas, e mostra que até a vida esportiva “extreme” requer diversos cuidados e proporciona momentos incríveis.
Esporte Social: Defina para os leitores do Esporte Social quem é Márcio Villar?
Márcio Villar: Marcio é um cara apaixonado pela Ultramaratona, onde se sente feliz e realizado.
Esporte Social: Apresente ao pessoal do Esporte Social os seus recordes e conquistas.
Márcio Villar: Único atleta do mundo a finalizar a Bd 135 World Cup, a Copa do mundo de 217 Km em ambientes extremos considerada a mais difícil do mundo.Recordista do desafio Brasília-Goiás (140 Km), Campão das 24 horas do Rio de janeiro em 2007, 29/08/2009 ” DESAFIO 100 Km em esteira – Mc Dia Feliz 10:34Hs, 18 e 19 de julho 2009 ” DESAFIO RIO DE JANEIRO / BÚZIOS” 200 Km, Divulgando o INCA Voluntário, 05/2009 – 24 Horas de Santa Maria – RS 2º Categoria, 02/2009 – Arrow Head Ultramaratona USA – Na neve – 50º abaixo de zero 6º Lugar Geral, 10/2008 – Jungle Marathon – Floresta Amazônica 5º Lugar Geral, 07/2008 – BadWater Ultramaratona 2008- EUA Tempo: 42:07Hs, Fivela 12/2007 24 Horas da Argentina 8º Lugar Geral, 09/2007 – Ultramaratona de Brasília – Pirinópolis (Goiás) – 140 Km RECORDISTA DA PROVA, 08/2007 24 Horas de Mesquita – RJ 1º Lugar Geral, 05/2007- 24 Horas de Curitiba 1º Categoria, 01/2007- BR 135 – ULTRAMARATONA 6° lugar Geral, 12/2006 – 24 HORAS DE SALVADOR 2º Categoria, 10/2006 – Jungle Marathon – Floresta Amazônica, 6º Lugar Geral, 04/2006 – Ultramaratona Noturna de 12 Horas – São Caetano do Sul 2º Categoria, 12/2005 – Ultramaratona 24 Horas – São Caetano do Sul 1º Categoria
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Dean Karnazes no Brasil em 2008

Correr é fácil
Acompanhamos 48 horas da vida de Dean Karnazes, o "Homem Ultramaratona" durante sua primeira visita ao Brasil. Entre corridas de 24 horas na esteira, tentativas de recordes mundiais e cafés expresso sem açúcar, uma coisa ficou clara: é preciso muito mais que força nas pernas e no coração para ser um ícone do esporte
(Andrea Estevam)
DEAN NÃO TEM CARRO. Ele corre ou usa bike como meio de transporte. "Num estudo nos Estados Unidos, descobriram que 40% das viagens de carro têm menos de 4 quilômetros. Daria facilmente para as pessoas correrem essa distância. Assim tiraríamos quase metade dos carros da rua", defende.
A doutrina do "você também pode" de Dean começa em sua casa: os dois filhos dele correm. A filha enfrentou sua primeira prova de 10 quilômetros quando completou 10 anos, em 2007. Dean correu ao lado dela. "Foi a prova mais legal que eu já fiz na vida", ele conta. Mas e a responsabilidade de incentivar gregos e troianos, indiscriminadamente, a desafiarem seus próprios limites, alardeando que todos podem ser supercorredores? Pergunto a ele se por acaso os médicos esportivos ainda não diagnosticaram uma certa "síndrome Karnazes": filas de neocorredores lesionados nas portas dos consultórios ortopédicos, procurando ajuda com os livros de Dean embaixo do braço. "Não me preocupo porque o corpo sabe se proteger. Se a pessoa tenta ir longe demais, o corpo pára. Não há atalhos: é preciso se comprometer e se sacrificar, senão não vai conseguir. E isso não acontece só na corrida, mas em todas as áreas da vida", defende.
O limite físico de Dean ele próprio já descobriu: "Foi quando eu corri 560 quilômetros. Na terceira noite sem dormir, estava alucinando de sono e a dor era insuportável. Minhas pernas, minha cabeça, tudo doía - até a ponta do meu nariz. Mas, inexplicavelmente, fiz os últimos 10 quilômetros em 38 minutos. Não sentia mais dor alguma, o que prova que a mente controla tudo. Hoje só paro uma prova se perceber que vou fazer mal ao meu corpo. Bolhas e cãimbras? Eu passo correndo por cima delas", ri.
Um corpo quase incansável e uma mente capaz de fazer esse corpo seguir adiante - com os dois elementos, Dean é um espécime humano de endurance invejável. Essa habilidade não aparece só nas ultramaratonas: ele já encarou triathlons e terminou em terceiro lugar o último XTerra que disputou. "Acho que posso ser ainda melhor pedalando do que correndo. Sou muito musculoso para um corredor. Talvez eu dê uma chance para as provas de bike de longa distância, mas por enquanto meu foco é a corrida. A bike exige muito tempo de dedicação, são 2 horas só para aquecer. Uma corrida de 2 horas já é um ótimo treino." Além do volume de treinamento, Dean se preocupa com o perigo da velocidade que as duas rodas proporcionam. "Fiz uma prova de 24 horas de bike e gostei. Mas é bem mais perigoso. Se você está correndo há 20 horas e cai de sono, só rala os joelhos e as mãos. Se dorme em cima da bike, pode se quebrar inteiro", compara.
CHEGO DESCANSADA ao local da feira, onde Dean já corre há 2 horas e meia. Faltam só 21 e meia para ele terminar. A esteira se move a pouco mais de 8 quilômetros por hora, em ritmo de trote. No painel há uma garrafa de Gatorade, alguns sachês de carboidrato em gel, uma toalha. Ao seu lado, no chão, estão as frutas, a água com gás e a água-de-coco, e pares de tênis enfileirados. "É para eu trocar conforme meus pés forem inchando", ele me explica. Ao redor, outras seis esteiras são palco de uma disputa paralela em que equipes se revezam durante 24 horas, fazendo companhia a Dean.
A esperança de quebrar o recorde já está esmorecida. "Estou cansado e ainda meio desidratado do vôo. O ambiente aqui está quente, e vou dando várias entrevistas enquanto corro. Para completar, meu estômago está meio esquisito", diz. Mais tarde, seu estômago "viraria" de vez e ele precisaria de remédios para controlar a situação. Quilometragem final: pouco mais de 180 quilômetros (o recorde anterior era de 247,68).
A perspectiva de não conseguir realizar algo que se propôs não abala Dean. Enquanto muitos de nós preferimos nem tentar quando achamos que podemos falhar, Karno gosta de se expor a esse risco. "Se errar, aprendo. Se você não se forçar, não sabe quanto pode ir adiante. Eu comemoro o fracasso", afirma. Nessa busca pelo limite, Dean admite que neste ano deu uma exagerada. Ele se meteu a correr todas as etapas do circuito 4Deserts, com ultramaratonas disputadas em quatro desertos pelo mundo: Atacama (Chile), Gobi (China), Saara (África) e Antártica. Dean venceu no Atacama, mas ficou com o quarto lugar em Gobi. Entre as duas provas, disputou mais uma vez a Badwater, com outro quarto lugar. "Nunca alguém fez as quatro etapas num mesmo ano. Estou aprendendo, e do jeito mais difícil, que é muita coisa. Agora só penso em terminar as quatro", diz. "No ano que vem farei menos provas para ir melhor nelas. Quero disputar a Jungle Marathon, em outubro, no Brasil. Agora já sei o caminho para o seu país", brinca.
Mas até quando ele vai continuar nessa rotina insana, que no fim das contas o afasta do prazer puro de correr? "Estou ficando mais velho e mais lento, mas minha resistência está cada vez melhor. Quero continuar explorando meus limites para ver até onde eu chego. Se acordar um dia e não gostar mais de correr, eu paro. Senão, minha linha de chegada é um caixão de madeira."
Maratonista mais rápido da História

Maratonista mais rápido
O maratonista Haile Gebreselassie (Etiópia) já era detentor de muitos recordes em 2000, mas sua maior realização na década ocorreu em 28/9/2008, na 35ª maratona de Berlim. Haile já havia registrado um tempo recorde no ano anterior, 2h4min26s, também na maratona de Berlim. O maratonista conquistou ainda títulos mundiais nas categorias de 1.500m, 3.000m, 5.000m, 10.000m, cross country e meia maratona e ganhou dois ouros olímpicos nos 10.000m, em 1996 e 2000. Por não ter competido nas Olimpíadas de Pequim em 2008, estava completamente descansado e preparado para aquela que foi a maratona mais rápida da história. Os quatro líderes ultrapassaram os demais logo no início e, após 5km, havia certa preocupação, já que tinham acelerado demais. À medida que o ritmo diminuía, Gebreselassie ainda estava no páreo para um recorde no km 20. No mesmo ano, Haile tinha afirmado: “Claro, é possível completar em menos de 2h4min, mas tudo tem que ser perfeito”. Nessa competição, Gebreselassie cruzou a linha de chegada com impressionantes 2h3min59s, finalizando a maratona perfeita.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Coluna Recordação - Turma das 06:00 já esteve maior Pampulha 2008
A turma das seis da manha, está apenas em dupla, vez outra algum ilustre convidado, hoje efetivo mesmo eu e o amigo Luiz Cavalini. Mas já estivemos com uma equipe formada e participativa em Provas de Corrida de Rua.
Este registro vem de uma das provas da Pampulha com registro de Foto e Confirmação da Chegada para Cesar (Falcon), Marco André, Luiz Cavalini e eu (Pedrin), quem sabe não incentiva a galera a voltar. Vale o registro
Este registro vem de uma das provas da Pampulha com registro de Foto e Confirmação da Chegada para Cesar (Falcon), Marco André, Luiz Cavalini e eu (Pedrin), quem sabe não incentiva a galera a voltar. Vale o registro
sábado, 29 de janeiro de 2011
Campeã de Resistência nos EUA
"A norte-americana Yolanda Holder, 52 anos, superou a italiana Angela Gargano e entrou para o Livro dos Recordes como a mulher que mais correu maratonas em um mesmo ano. A dona de casa completou 101 provas de 42 km em 2010. Para alcançar esse feito, ela participou de pelo menos duas competições a cada fim de semana e gastou mais de US$25 mil com despesas de viagem e inscrições."
(Fonte: Revista O2 - Janeiro de 2011)
(Fonte: Revista O2 - Janeiro de 2011)
Corrida: alegria, sofrimento ou ambos?
Curiosidades do mundo da corrida
"O pequeno Wu Chun-hao, de apenas 6 anos, completou em 12 de dezembro, aos prantos, a maratona de Taipei, em Taiwan, junto a outros 30 mil atletas. O garoto correu normalmente até a marca dos 21 km, quando começou a chorar por causa de dores nos joelhos. A partir daí inspirou-se nos títulos anteriores de seus irmãos, Wu Cheng-em e Wu Huin-hsin, os dois mais jovens corredores a concluirem, com 8 anos. Recebido na linha de chegada por sua família, com o tempo de 5h11min45s, o garoto, que há havia corrido provas de 9 km e uma meia maratona, manifestou desejo de voltar aos 42 km no ano que vem"
(fonte: Revista O2 - janeiro de 2011)
(fonte: Revista O2 - janeiro de 2011)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Semelhança
Queridos amigos, da Revista Pangarunners.
A vida da gente é semelhante a INTERNET.
De vez enquando ela trava igual PC. É como se fosse uma internet, onde ficamos interligados todos em uma Rede, onde se cruzam bons contatos, bons amigos, conhecimento, futilidades, violência, pornografia, inutilidades, conselhos, correntes de amizades.
É, vez ou outra, nos sentimos travados, off-line, a gente sentindo uma estranha sensação de que batemos em uma tecla errada, fomos hackeados e nosso vida deu pau. Nem por isso vamos nós deixar abater. Se o dia está ruim, não se esqueça que ele termina a meia noite e um novo alvorecer começa ao primeiro minuto.
Tenham um bom dia, navegando em banda larga!
Abraços, Giba
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Coluna Antes e Depois - Os resultados acontecem!!
Acredito que está coluna vai bombar, embora eu, como autor, não esteja fazendo por merecer...os exemplos não param.
Segue o registro da Atleta Lílian Moreira que também faz da corrida uma transformação. Depois de tando esforço, tanta disciplina e determinação, nos resta transformar em exemplo e no possível seguir treinando juntos.
Não é fácil ser um (a) corredor, mas uma vez que se inicia é muito mais complicado largar de ser!!!!!
Vale festejar, ainda mais com os bons resultados, melhora da perfomance são conquistas e exemplos. Exemplos que motivam mais atletas (ainda na condição de sedentário) deixar de sê-los.
Parabéns a Lilian Moreira!
Bom treino a todos!
Segue o registro da Atleta Lílian Moreira que também faz da corrida uma transformação. Depois de tando esforço, tanta disciplina e determinação, nos resta transformar em exemplo e no possível seguir treinando juntos.
Não é fácil ser um (a) corredor, mas uma vez que se inicia é muito mais complicado largar de ser!!!!!
Vale festejar, ainda mais com os bons resultados, melhora da perfomance são conquistas e exemplos. Exemplos que motivam mais atletas (ainda na condição de sedentário) deixar de sê-los.
Parabéns a Lilian Moreira!
Bom treino a todos!
Coluna Antes e Depois - Ser corredor é uma opção de vida!
Publicado na lista Corredores UFJF pelo Alexandre Magno, um pouco da história do Professor Rogério. Este atleta determinado, que corre sem descanso, com disciplina, sobre sol, sobre chuva, em treino escondido, em companhia da galera.
Mas como isto começou? Assistimos um amador com espirito de profissional do esporte e ainda com está transformação, vale um destaque especial na Coluna do Corredor Pangarunners.
Vale o destaque, vale a comemoração, sobre tudo agora, este ano completa 50 aniversários, com está transformação. Vai comerar o feito com uma UltraMaratona de 50 km. Está treinando para isto, todo dia, muito.
O esporte é sempre um motivador dos bons hábitos, sobre tudo quando vem acompanhado de saúde, companherismo!
Bom treino a todos!!!!!
Pedro.Indicca
Mas como isto começou? Assistimos um amador com espirito de profissional do esporte e ainda com está transformação, vale um destaque especial na Coluna do Corredor Pangarunners.
Vale o destaque, vale a comemoração, sobre tudo agora, este ano completa 50 aniversários, com está transformação. Vai comerar o feito com uma UltraMaratona de 50 km. Está treinando para isto, todo dia, muito.
O esporte é sempre um motivador dos bons hábitos, sobre tudo quando vem acompanhado de saúde, companherismo!
Bom treino a todos!!!!!
Pedro.Indicca
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Capa da Revista PangaRunners Ano I - Nº 1

Galera, para iniciar os trabalhos estamos postando a Capa da Revista PangaRunners Ano I - Nº 1. Esta brincadeira incitou os amigos a contarem as aventuras e desventuras dos praticantes de corrida de rua em Juiz de Fora. Este espaço é livre para publicarmos as crônicas e “causos” narrados e ilustrados, como por exemplo: o causo do cachorro do gaúcho (ilustrado), o causo da equipe PK que já está no ranking para a corrida da ponte, as planilhas para um pangaré iniciante. Publicaremos também as técnicas e práticas adotadas pelos mais experientes pangarés, como a otimização de percurso e a utilização de banheiros químicos após as provas, ou até mesmo a utilização das paradas de emergência durante os treinos, entre outros.
Divulgadas primeiras imagens do Cachorro do Gaúcho
Revista Virtual Pangarunners
Como primeira notícia, ainda meio sem saber corretamente como iremos desenvolver a Revista, mas ciente que depois de já estarmos há tanto tempo registrando em lista nossos "Causos", "Desafíos" e sobre tudo companherismo, segue então a Revista Virtual Pangarunners.
Vale comentar que todos somos autores, mas por certo o mentor foi o Paulo Rogério Araujo Guimarães, editor gráfico, diagramador e fomentador das primeiras edições publicadas por e-mail.
Uma discussão ou um aceite de todos, que estamos corredores de rua, que formamos um batalhão da Pangaré Runners ou agora que seja conhecida como Pangarunners. Claro que ninguem que treina diuturnamente é um Pagaré, mas um PANGARUNNERS!
Inaugurando que estamos está nova modalidade, um pouco mais gráfica, para encaminhamento de registros, experiências e o prazeroso desporto que é a corrida de rua. Por certo manteremos a lista, afinal lá a Zoação corre solta, afinal encontro de amigos é para isto.
A lista continua no endereço eletrônico http://groups.google.com/group/corredoresufjf?hl=pt-BR
o acesso a lista para encaminhamento de mensagens corredoresufjf@googlegroups.com
Agora então inaugurado o Blog Pangarunners.
Vale comentar que todos somos autores, mas por certo o mentor foi o Paulo Rogério Araujo Guimarães, editor gráfico, diagramador e fomentador das primeiras edições publicadas por e-mail.
Uma discussão ou um aceite de todos, que estamos corredores de rua, que formamos um batalhão da Pangaré Runners ou agora que seja conhecida como Pangarunners. Claro que ninguem que treina diuturnamente é um Pagaré, mas um PANGARUNNERS!
Inaugurando que estamos está nova modalidade, um pouco mais gráfica, para encaminhamento de registros, experiências e o prazeroso desporto que é a corrida de rua. Por certo manteremos a lista, afinal lá a Zoação corre solta, afinal encontro de amigos é para isto.
A lista continua no endereço eletrônico http://groups.google.com/group/corredoresufjf?hl=pt-BR
o acesso a lista para encaminhamento de mensagens corredoresufjf@googlegroups.com
Agora então inaugurado o Blog Pangarunners.
Assinar:
Comentários (Atom)





















